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» Nat Young e o prenúncio das cordinhas

image from surfresearch.com.au

"Ponte" - imagem extraída do surfresearch.com.au

por Gustavo Cabral Vaz*

“Lembro de estar sentado com Russell e Garth pegando sol matinal em Lennox Head no inverno de 1972, em frente ao velho carro de Garth, e a conversa virou para as cordinhas (leg-ropes) porque alguém colocou uma na nossa frente. Era uma manhã como qualquer outra. Tinhamos avançado com o carro até que o córrego impedisse a passagem para Lennox Point. Como éramos surfistas competentes, tínhamos a opinião unânime de que cordinha era algo que os americanos usavam para passear com o cachorro, nunca para surfar. Só um prego usaria uma cordinha.
Nossa atitude era compartilhada pela maior parte do mundo do surfe em 1972, mas o fato é que estávamos todos tentando surfar cada vez mais no crítico das ondas. Eventualmente, querendo ou não, alguém botava um pé fora do lugar, caía, era atingido por uma prancha perdida.
Em um pico como Lennox, remendar a prancha depois do surfe era algo cotidiano e eu sempre levava resina no carro. Se necessário, eu recolocava uma quilha e voltava pra água em meia hora. Fazer remendos era parte da vida, algo que acontecia com todos os surfistas antes de 1974.
De qualquer jeito, nessa manhã de junho em particular, nossa atenção passou das ondas para um norte-americano recém-chegado chamado Bob Newlands. Parecendo extremamente primitivo, ele engatinhou pelas pedras com uma cordinha presa ao tornozelo, a outra ponta presa na quilha. A corda arrastava atrás dele, prendia nas pedras, ele fazia lento progresso quando uma onda da série quebrou sobre ele. Quase morremos de rir assistindo seu esforço em usar a prancha como apoio para pular das pedras. Finalmente ele chegou lá fora e dropou uma onda de bom tamanho. Como esperávamos, ele caiu após algumas viradas, mas em vez de ter de nadar até a prancha, simplesmente subiu de novo nela e voltou direto para pegar outra onda, e outra. Na verdade ele surfou até dizer chega sem nem pensar nas pedras. Finalmente a ficha caiu: quem eram os idiotas ali? Foi um prenúncio do que estava por acontecer – levou um ano e pouco, mas em algum momento entre 1972 e 1975 todo mundo passou a usar cordinhas, o tempo todo.”

*Traduzido do livro Nat’s Nat and That’s That - a surfing legend, de Nat Young.

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Nota do blog: publicado aqui com a devida permissão do tradutor.
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» O importante é não parar

SAÚDE EM SUAS MÃOS

O livro SAÚDE EM SUAS MÃOS trata de forma simples, mas objetiva, das maneiras para enfrentar e vencer os principais inimigos do homem moderno: o estresse, a ansiedade, os medos, etc.

Servindo como ajuda para superação das dificuldades da vida de uma forma natural, usando métodos naturais de alimentação, comportamento, respiração e atividades físicas, leva o leitor a prestar atenção ao seu organismo, a ouvir seus avisos, conversar com o próprio corpo, e assim, prevenir e curar muitos problemas que, na verdade, são simples de solucionar.

O autor, Affonso Freitas, descobriu o surf em 1968, quando tinha 37 anos. Enfrentou três obstáculos: a idade, o preconceito e o aprendizado. Vencendo todos eles, transformou-se num surfista de corpo e alma. Atualmente, ele ainda tem energia para surfar pelo menos duas horas diárias e comandar sua loja Surf Center Marcelo Freitas, no Rio de Janeiro.

Para adquirir a obra, basta enviar um e-mail direto ao Affonso Freitas no affonsofreitas31@yahoo.com.br, que ele informa o número da conta com o valor para depósito e envia o livro para o endereço fornecido.

por Gustavo Otto, baseado em informações das seguintes fontes:
artigo de Fábio Di Leone; artigo de Kleber Lima; artigo de Ciça Vallerio

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Post relacionado: » Inteligência Física
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» SURFING and HEALTH

Versão atualizada e revisada do livro Surf e Saúde (2003), agora na língua inglesa. O livro, uma enciclopédia ilustrada com mais de 500 páginas e 500 fotos, é uma obra prima voltada a saúde integral e a performance do surfista.

Livro SURFING and HEALTHPublicado pela Meyer&Meyer, editora líder em publicações esportivas na Europa, SURFING and HEALTH é um guia fundamental e completo cobrindo todos os principais aspectos da saúde do surfista, oferecendo orientação médica especializada nas lesões agudas e crônicas, incluindo tratamento, reabilitação e estratégias preventivas baseadas nos exercícios de core training do método Pilates. O capítulo “Pilates para Surfistas” consiste em informações minuciosas sobre Pilates, com mais de 120 fotos do treinamento na bola, no rolo de Feldenkrais e no bosu.

O livro inclui capítulos sobre doenças dos viajantes, hipotermia, prevenção do câncer de pele, surf feminino, acidentes com animais marinhos e informações detalhadas e aprofundadas em treinamento físico, nutrição e estratégias psicológicas para melhorar a concentração e a performance. Inclui também um capítulo sobre primeiros socorros na praia.

Sobre o autor:

Joel Steinman é médico especialista em medicina do exercício e do esporte, com extensa experiência em pediatria, acupuntura e medicina manual. Surfista de coração, trabalha com atletas há mais de 25 anos. Diretor do TAO PILATES em Florianópolis, instituto que oferece atendimento integral e personalizado, Dr. Steinman coordena os cursos de formação profissional em reabilitação e treinamento funcional através do método Pilates.

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» Roubando a Onda

STEALING THE WAVE: excelente leitura
por Kleber Batinga

STEALING THE WAVE - The Epic Struggle Between KEN BRADSHAW and MARK FOOO livro “STEALING THE WAVE – The Epic Struggle Between KEN BRADSHAW and MARK FOO”, de Andy Martin, é uma narrativa impressionante, e que eu nunca poderia imaginar, do encontro e das trajetórias desses dois grandes surfistas. Mesmo tendo conhecido os dois e andado no Hawaii nesse período que o livro narra, nem de perto poderia imaginar essa intrincada teia:

É inverno nos meados dos anos 80 e dois surfistas lutam pela supremacia na baía de Waimea, no North Shore Havaiano. The Bay era naquela época o santuário das Big Waves no planeta, não haviam sido revelados para o mundo, ainda, Mavericks e Todos Santos. Em Waimea quebram algumas das maiores e mais impressionantes ondas do planeta.

Nas palavras de Peter Mel, surfista de ondas grandes de Mavericks, ainda hoje Waimea é, na remada, o mais difícil e impressionante drop entre as ondas grandes citadas acima (fonte Surfline Water Magazine), além de que com ondas acima dos 25 pés, corre o risco de fechar a baía com tudo, e não ter canal para escapar, como as outras têm.

Ken Bradshaw é nessa época o mais respeitado no North Shore. Ele é da velha escola, e algumas pessoas acham que ele está demasiado velho, porém ele impõe respeito e comanda. O forte veterano do Texas ao longo dos anos setenta com suas guns, sua determinação, coragem, tem uma têmpera temível: quando irritado ou desrespeitado ficou conhecido por tirar pedaços das pranchas com os dentes, dando mordidas nas bordas das pranchas dos rabeadores, tirando fora as suas quilhas com as mãos e expulsando-os do outside.

Mark Foo, nesse momento, é o pequeno novato. O ícone da geração seguinte, este Filipino-Americano magro, com um simpático visual, está começando a encantar as multidões com seu repertório de manobras novas.

Com um olho afiado para uma boa fatia do mercado e excelente no marketing pessoal, Foo está dando ao ato de surfar um sentido novo e mais comercial, e é a antítese de tudo que Bradshaw acredita.

Tem várias historias épicas no livro, algumas em Waimea gigante, como no big swell de 1985.

Num dia perfeito em Sunset Beach, os dois surfistas estão na água pegando onda e Foo rouba audaciosamente uma bela direita bem no nariz do capitão Bradshaw, acendendo assim uma contenda amarga que durou em torno de dez anos e terminou, quando eles justamente começaram a se entender bem, em tragédia.

Na concepção de Norman Mailer, que escreveu The Fight e Touching the Void, Stealing the Wave não é apenas a história de uma legendária rivalidade. Vai ao núcleo do que significa competir, e examina o que acontece quando a competição, a paixão e a opinião vão demasiado distante, e se transformam em obsessão.

STEALING THE WAVES (2007) pode ser encontrado em lojas virtuais tipo Amazon.com ou na Livraria Cultura.

Aloha e boa leitura.

KLEBÃO

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» 10 anos de ALMA GUERREIRA

“O surf, até hoje, me passa uma energia alegre e positiva. Mesmo depois de ter me acidentado surfando, não culpo o mar, nem a prancha, nem o esporte, nem Deus ou a vida pelo que aconteceu, ao contrário, ainda amo a todos e continuo firme, surfando no meu oceano interior…
Keep surfing…”
TAIU

ALMA GUERREIRA

O livro Alma Guerreira, de Octaviano Taiu Bueno, completa 10 anos agora em 2009.

É um livro preparado com o coração, contando pensamentos e episódios selecionados da vida dele, em forma de crônicas. Uma grande lição de vida desse brasileiro que foi surfista profissional, e que em novembro de 1991, um mês antes de completar 29 anos, sofreu um acidente enquanto surfava na praia da Paúba, litoral norte de São Paulo, fraturando o pescoço e ficando tetraplégico, além de passar por uma experiência entre a vida e a morte.

Apesar de já ter ouvido, visto e lido várias matérias sobre (e escritas por) Taiu Bueno, somente depois de encontrar Alma Guerreira em 2008 na estante de um amigo, é que fui ler o livro e pude ter a real dimensão da coisa, entender melhor quem ele é e todo o feeling que ele passa, passando a respeitá-lo ainda mais.

Por: Gustavo Otto

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» Lançamentos na Ilha

Livros de surf

21/01, quarta-feira, 19h
Lançamento do livro Outras Ondas
De Fred d’Orey, Editora Gaia.

29/01, quinta-feira, 19h
Lançamento do livro O Surfista Peregrino
De Sidão Tenucci, Edição independente.

SARAIVA MEGA STORE – SHOPPING IGUATEMI
Florianópolis/SC

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» Lançamento dos bons

Outras Ondas - Fred d’Orey

OUTRAS ONDAS é a reunião das crônicas de Fred d’Orey, publicadas mensalmente na revista FLUIR nos últimos oito anos. Dos melhores picos, fossem no Brasil, no Havaí, na América Central, na África ou na Indonésia, d’Orey escreveu, acreditando que o “surf é cultura, seja pela relação intensa que o surfista trava com a natureza, seja pelos encontros mágicos que o destino, às vezes, prepara”. Ed. Gaia.

Dia 04/12/08, às 19h na Livraria Argumento (Leblon) – Rio de Janeiro/RJ

Obs: dica de Ana Maria Santeiro (a “mãe” desse livro) para o Surf4ever. Tá valendo a leitura do texto Vivendo e escrevendo intensamente sobre surf, de autoria dela.

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» ESPORTES

Nos esportes prefira se puder o papel de jogador ao de torcedor. Pratique as formas que empreguem racionalmente os músculos; estimulem a circulação; dêem prazer; eduquem o espírito; treinem a coragem; que não sejam interessantes somente pela índole competitiva; que o levem ao ar livre, à luz do sol, finalmente à utilização inteligente de suas energias; que contribuam para aliviar tensões e inibições, que lhe ensinem a controlar a agressividade com o respeito às regras convencionadas; que o façam – sem que isto concorra para gerar ansiedade – ultrapassar-se a si mesmo; que não lhe esgotem os nervos e descontrolem o coração e a respiração; que não transformem você num bruto; que não lhe acentuem o sentido de rivalidade; que não o deprimam nas chamadas “derrotas”, nem lhe alimentem orgulho e vaidade nas chamadas “vitórias”; que não lhe absorvam tanto a ponto de desequilibrar o emprego do tempo que a família, a profissão, o Estado esperam de você. A prática esportiva sofre algumas restrições em face da idade, do estado de saúde, clima, regime alimentar e outras. Procure conhecer tais limitações e as respeite, se não pretende cair em enrascadas.

HERMÓGENESYoga para Nervosos – 33ª edição (pág. 211)

- Post relacionado:
» Simplesmente Hermógenes

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» Onda Matinal de Segunda-feira

Scottish rites in the jade temple. Klaus Howse ensconced in the north.
- Photo: Al MacKinnon

“Relógios, calendários, cronogramas, reuniões, telefonemas, e-mails, correspondências, aquele almoço importantíssimo, a porcaria na TV, cabo, quinhentos canais de seja lá o que for, idas ao shopping, ao bar, ao supermercado, aquele lugar, o outro, aquele onde eles vendem troços, bujigangas e outros detritos. Ou não. Há sempre uma escolha, algumas vezes é simplesmente difícil de lembrar disso.” - Steven Kotler (surfista, “kit de retorno”, autor de West of Jesus)

The Surfer’s Path
- Photo: John Callahan

The Surfer’s Path is the only “green” surf magazine – printed on 100 percent postconsumer recycled paper (using no chlorine bleach) with non-GMO soy inks.

A Newsletter Monday Morning Wave é sempre uma grande fonte de inspiração. As fotos e os textos curtos são sempre ótimos, mas, algumas vezes, conseguem se superar. Por achar que essa de 19/11/2007 se superou, resolvi traduzir, à minha maneira, as palavras de Steven Kotler (não confundir com o Philip…) para que quem passe por aqui possa ter a oportunidade de refletir sobre isso.

Por: Gustavo Otto

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» Wavetoon, o Livro.

clica se quiser saber como comprar

Lançamento oficial do Livro Wavetoon – a cultura surf em quadrinhos, durante a IV Mostra Internacional de arte e cultura surf, parte do Festival AlmaSurf 2007, dia 16/11, em Florianópolis, Jurerê (no El Divino Club), antes dos shows do Donovan Frankenreiter, G-Love, Matt Costa e Alo.

Estará a venda na Mostra, mas pode ser comprado também pelo site: www.wavetoon.com.br

clica se quiser mais info

Em breve estará disponível para compra em livrarias e surf shops.

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» Friday Movie Sessions

clica se quiser acessar o site do evento

As películas são tentadoras, mas vai ter que ser guerreiro pra ficar lá das 4 da tarde até as 9 e pouco com a cara na tela, e depois ainda curtir os showzeiras até tarde. Aja descanso anterior, guaraná e grana pra comprá-lo.

Já que inicialmente o evento foi anunciado para dois dias, é uma pena que, agora que será em um só dia, filmes diferentes tenham que ser apresentados ao mesmo tempo. Não vai rolar de ver todos, ainda mais que vale dar uma conferida legal na mostra de arte e cultura (onde estará rolando também o lançamento do livro WAVETOON).

Embora Bra Boys não seja o filme que mais atrai aí da lista, quero conferir a obra dos irmãos Abberton (tá escrito errado no site da mostra, mas apenas no quadro de programação de Florianópolis). Tenho muita curiosidade de assistir desde que fiquei sabendo sobre o filme, já que freqüentei bastante Maroubra tanto dentro quanto fora d’água de 1999 a 2001.

Aqui tem informações sobre Thread e Chasing The Lotus, caso alguém quiser.

Por: Gustavo Otto

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» Occy

Mark Occhilupo | source - chasingthelotus.com

É difícil explicar o que Mark Occhilupo representa pra mim. Não somente por tudo o que ele surfa e que já surfou, por tanto tempo, mas pelas várias situações que sei que já aconteceram com o cara, o período de hibernação dele, os 111 kg a que já chegou, as voltas por cima que ele realizou. E por estar correndo o grande circuito ainda, mostrando (sem se preocupar em mostrar) que, se ele pode competir lá com essa idade, outras pessoas também podem ter sessões de freesurf como parte de suas atividades por muitos anos, basta querer.

Occy é um elo. Do ponto de vista de quem era uma criança quando começou a surfar e, tendo sempre sido um freesurfer, o fato de lembrar que ficava dando aqueles chutes no ar tentando imitar os movimentos quando via na TV e em revistas os rasgadões e marretadas desses dois caras: Mark Occhilupo e Martin Potter (sem desmerecer outros, mas no meu caso esses dois foram os mais importantes), ver o Occy na ativa com 41 anos, é algo que faz muito, muito bem. Dá uma sensação boa, sei lá, mesmo sabendo que logo logo ele só vai querer mesmo é surfar, simplesmente surfar. E saber que quando ele parar de competir, estará bem longe do dia em que vai parar de surfar, também é muito, muito importante.

O que me levou a escrever sobre isso foi ter lido isto:

Occy no blog SC

- O último ano de Occy no tour?

- As vitórias de Mark Occhilupo na ASP

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Extra:

clica se quiser ver mais sobre o livro no Submarino

> OCCY – O ano do Touro

Por: Gustavo Otto

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» AS ONDAS DA VIDA

AS ONDAS DA VIDA

No dia 21 de maio de 2007, leio nos comentários em uma postagem aqui no Surf4ever:

“Caro Gustavo, muito bacana e rico o blog, e olha que só dei uma rápida olhada, mas continua o trabalho de passar o feeling das ondas e, o mais importante, a cultura surf. Mais importante porque poucos se preocupam com isso aqui no Brasa. Grande abraço, Zé Augusto de Aguiar, colaborador da Venice e Hardcore.”

Logo depois ele linkou o Surf4ever lá no seu blog PÃO NA CHAPA, o link foi retribuído e desde então quando rolam artigos relacionados ao Surf, estou sempre lendo porque vale muito. Agora, fico sabendo por lá que o cara já escreveu dois livros relacionados ao Surf, um deles chamado “Mundaka” e o outro chamado “AS ONDAS DA VIDA”, que até tem disponível em alguns sites (e o Zé Augusto Aguiar nem sabia que vendiam o livro dele pela Internet, como ele mesmo afirma lá no PÃO NA CHAPA, até mesmo desculpando-se pela propaganda que acabou sendo feita).

Em um texto bem recente que está lá, de autoria de Thaína Parma, ex-aluna dele, lê-se os seguintes comentários sobre o livro:

(…) “Não existe linha do tempo. Como se tudo fosse presente. Talvez, porque o eterno seja sempre real, sempre presente. (…) Engana-se, porém, quem pensa que o livro é “apenas” sobre surf. É um livro sobre a vida. Sobre amizade, amor e os valores mais importantes. Essenciais. (…) Mesmo quem não surfa (como eu) compreende e sente o poder de cada onda, de cada tubo e session.” (…)

Vi que tem até lá no Submarino e qualquer hora dessas vou comprar. Nunca tinha ouvido falar, nem lido nada a respeito de livros brasileiros relacionados ao Surf dessa forma. Desculpe aí também pelo comercial, Zé Augusto! Mesmo sem ainda ter lido, me parece que a obra faz por merecer!

Por Gustavo OttO

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» O silêncio eterno da Lua

Moon image © Phil Calam. Edited using Photoshop CS. 

” A lua não faz o menor ruído e não obstante, arrasta milhões de toneladas de água do mar no vaivém obediente ao seu comando.”

Paul Brunton
O Caminho Secreto
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“Eu vou pegar uma onda todos os dias, mesmo que seja na minha mente.”

“I will catch a wave every day, even in my mind.” Shaun Tomson

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